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Estudos e Projetos
Atlas da Região Hidrográfica do Médio Paraíba

O Atlas da Região Hidrográfica do Médio Paraíba do Sul tem o objetivo de apresentar de forma aprofundada informações dos 19 municípios que compõem o Comitê da Bacia da Região Hidrográfica do Médio Paraíba do Sul e as delimitações das 42 principais microbacias da mesma região.

Basicamente o Atlas encontra-se dividido em três capítulos:

O primeiro descreve detalhadamente o Sistema de Gestão de Recursos Hídricos; O segundo trata especificamente da Região Hidrográfica Médio Paraíba do Sul, abrangendo seus 19 municípios com mapas da hidrografia e uso do solo de cada município, além de informações de água, esgoto, etc. de cada município;

E finalmente, o terceiro capítulo encontra-se a delimitação das 42 principais microbacias inseridas na Bacia da Região Hidrográfica do Médio Paraíba do Sul estudadas. Cada microbacia é detalhada com a marcação da calha principal, seus afluentes e subafluentes e área de drenagem.

Podendo assim ajudar a população, os órgãos públicos, as prefeituras, os alunos, os pesquisadores, e todos os interessados a conhecer melhor nossa Região no que diz respeito às bacias hidrográficas.

Link de Acesso ao Atlas

Plano Estadual de Recursos Hídricos

O primeiro Plano Estadual de Recursos Hídricos do Rio de Janeiro foi concluído e aprovado pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Rio de Janeiro (CERHI-RJ) em fevereiro de 2014. Tendo como alicerce sete temas estratégicos para a gestão das águas no Estado e com horizonte de planejamento até 2030, este documento orientará não apenas o Inea, mas todo o Sistema Estadual de Gestão de Recursos Hídricos (SEGRHI) na busca pela sustentabilidade deste recurso e garantia dos seus usos múltiplos.

Os temas estratégicos que nortearam a elaboração do Plano Estadual de Recursos Hídricos foram:

  • Elaboração de estudos hidrológicos e de vazões extremas;
  • Avaliação da rede qualiquantitativa para a gestão das águas no Estado do Rio de Janeiro;
  • Áreas vulneráveis a eventos críticos;
  • Avaliação das fontes alternativas para abastecimento do Estado do Rio de Janeiro;
  • Impactos sinérgicos dos aproveitamentos hidrelétricos localizados no Estado do Rio de Janeiro;
  • Avaliação do potencial hidrogeológico dos aquíferos localizados no Estado do Rio de Janeiro;
  • Avaliação da intrusão salina.

Os relatórios podem ser acessados através dos links abaixo:

RELATÓRIO GERENCIAL RELATÓRIO SÍNTESE R2-F CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL R3-A TEMAS TÉCNICOS ESTRATÉGICOS RT-01 Estudos Hidrológicos e Vazões Extremas RT-02 Avaliação da Rede Qualiquantitativa para Gestão das Águas no Estado do Rio de Janeiro e Proposição de Pontos
             de Controle em Bacias Estratégicas
RT-03 Vulnerabilidade a Eventos Críticos Volume 1 Anexo I - Classificação de Desastres Naturais Anexo II - Mapas e Tabelas da Análise de Criticidade a Desastres Naturais Anexo III - Mapas de Identificação das Bacias Vulneráveis a Inundações Anexo IV - Tabelas de Identificação das Bacias Vulneráveis a Inundações Anexo V - Mapas do Estudo de Vulnerabilidade a Estiagens Anexo VI - Mapas do Estudo de Transporte de Produtos Perigosos Volume 2 - Ocorrências de Desastres Naturais entre 2000 e 2012 por Região Hidrográfica RT-04 Fontes Alternativas para o Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro com Ênfase na RMRJ Mapa RT-05 Aproveitamentos Hidrelétricos no Estado do Rio de Janeiro R3-B TEMAS TÉCNICOS ESTRATÉGICOS RT-06 Avaliação do Potencial Hidrogeológico dos Aquíferos Fluminenses RT-07 Estudos de Avaliação da Intrusão Salina R4 RELATÓRIO DE GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS R6-A RELATÓRIO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL R7 DIAGNÓSTICO PARCIAL Unidades de Conservação e Áreas de Proteção de Mananciais R7 RELATÓRIO DIAGNÓSTICO Anexos R8 CENÁRIO ECONÔMICO E DEMOGRÁFICO R8-B CENÁRIOS DE DEMANDAS E BALANÇO HÍDRICO R9 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO DOS CENÁRIOS PROPOSTOS RELATÓRIO DAS OFICINAS DE PACTUAÇÃO SOBRE OBJETIVOS E PROPOSTAS DE AÇÕES
Diagnóstico Sócio-Econômico Ambiental e Apoio às Ações de Comunicação da Bacia do Rio Sesmarias nos Municípios de Resende e São José do Barreiro
Estudos para identificação, localização e quantificação das causas da proliferação de plantas aquáticas, principalmente macrófitas, ao longo da calha do rio Paraíba do Sul, inclusive braços mortos, reservatórios e afluente
Atlas Brasil – Abastecimento Urbano de Água
Cobrança pelo uso de recursos hídricos de domínio da união em áreas circunscritas a unidades estaduais de gerenciamento de recursos hídricos
Avaliação dos mecanismos e valores da cobrança de transposição da água da Bacia Hidrográfica do rio Paraíba do Sul para a Bacia do rio Guandu
I e II Oficina de Planejamento Estratégico Ferramentas de Construção da Gestão Participativa
Concurso de Projetos de Boas Práticas Ambientais

A primeira edição do concurso de projetos de boas práticas ambientais é uma realização do Comitê Médio Paraíba do Sul e sua agência de bacia (AGEVAP) com intuito de premiar projetos executados ou em execução por prefeituras, organizações sociais (ONG’s – Organizações Não Governamentais, OSCIP’s – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, OS’s – Organização Social), instituições de ensino públicas e privadas e empresas públicas e privadas na região Hidrográfica do Médio Paraíba do Sul e disponibilizar os projetos enviados no banco de projetos do Escritório de Projetos do CBH-MPS para possível replicação nos municípios da bacia do Médio Paraíba do Sul.

Esta edição teve como premiação:

Primeiro Colocado: Um Notebook

Segundo Colocado: Um Smartphone

Terceiro colocado: Um Tablet


Os demais projetos habilitados receberam o Certificado de Boas Práticas Ambientais do Comitê Médio Paraíba do Sul.

Segue abaixo os projetos premiados:

O vale Verdejante vem desenvolvendo a recuperação de uma área degrada de três hectares, desde 2008. A principal atividade consiste na reintrodução de espécies arbóreas nativas do Bioma Mata Atlântica, através do plantio anual de 500 mudas em quincôncio, no Parque Ecológico Mauro Romano, em Andrade Costa, distrito de Vassouras, RJ. Nesta ação, há uma preocupação em reflorestar e criar possibilidades para a recuperação de áreas degradadas, com ênfase na participação e envolvimento comunitário. O parque é um espaço demonstrativo, onde o conhecimento é compartilhado, visando motivar instituições de ensino proprietários rurais, o poder público e outras ONG’S a replicar a ideia.

Recuperação de área degrada com participação comunitária em Andrade Costa, Vassouras - RJ

Estima-se que no Brasil a geração de RCD (resíduo de demolição e construção) esteja na ordem de 70 milhões de toneladas anuais, podendo representar até 70% da massa total de resíduos sólidos urbanos, contribuindo para a exaustão prematura dos Centros de Tratamento de Resíduos (CTR) ou aterros sanitários. A solução tradicional de se dispor estes resíduos em aterros licenciados, prática legalmente aceita, constitui desperdício de recursos naturais, contrário ao espírito da Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

Reciclagem de RCD através da geração de britas e produção de blocos - CSN

A questão ambiental tornou-se parte essencial do cotidiano da população, sendo de suma importância promover e estimular nas escolas e comunidades de Valença-RJ, questões relacionadas ao meio ambiente e assim propiciar os conhecimentos, sentidos, valores individuais e coletivos, necessários para respeitar, proteger e melhorar a qualidade ambiental nos locais em que estão inseridos. Para atender os objetivos propostos, este trabalho aplicou as atividades expositivas de palestras e vídeos de educação ambiental em parceria com a Secretaria de Educação e a de Meio Ambiente. Valença-RJ é a segunda maior cidade do estado do RJ em território, possui 38 unidades escolares, divididas em 06 distritos, das quais foram visitadas 09 escolas em 2014, optando-se em visitar aquelas mais distantes da sede, como os distritos de Juparanã, Santa Isabel, Pentagna e Conservatória.

Projeto de Educação Ambiental 2014

Demais Projetos Habilitados:

Em 2010, observou-se que a incidência de parada dos fornos de calcinação por nível baixo de água dos SLGs (Sistema de Lavagem dos Gases) era muito frequente. E muitas das causas deste problema eram geradas por defeitos nas bombas de recirculação da cisterna ocasionadas por entrada de ar e saturação da água (excesso de lama). Como as ações tomadas não estavam sendo efetivas, concluiu-se que para eliminar estas ocorrências deveriam ser tomadas outras ações. Foi verificado que uma Estação de Tratamento de Efluentes seria o equipamento ideal para eliminar o problema: parada dos fornos e redução de consumo de água fornecida pela gerência de utilidades. É importante dizer que antes era descartado um alto volume de água para o Rio Paraíba do Sul, gerados pela lavagem das ruas, drenagem dos tanques de lama, reabastecimento dos SLGs (Sistema de Lavagem dos Gases) e água pluvial. Portanto, com estas situações encontradas, foi criado e desenvolvido todo projeto para adequarmos a planta da Estação de Tratamento de Efluentes, um sistema de recirculação de água, aumentando o reuso do efluente gerado na calcinação, onde conseguimos reduzir significativamente o descarte da estação de tratamento para o Rio Paraíba do Sul. É possível checar o resultado do aumento da recirculação de 14% (média do ano de 2011) para 81,0% (média dos três primeiros meses de 2014), eliminando assim parada dos fornos por falta de abastecimento de água, reduzindo por consequência o volume de água captada e descartada no Rio Paraíba do Sul, consequentemente diminuindo o risco de descarte fora dos parâmetros legais, atingindo um nível de excelência que atenda o sistema de gestão ambiental da CSN.

Aumento de circulação de água na Calcinação - CSN

A Crescente Fértil e a AGEVAP assinaram, em 16 de julho de 2015, o contrato que marca o inicio das atividades do projeto Rio Sesmaria-PSA Hídrico. O projeto, a ser executado pela Crescente Fértil, é a segunda etapa do Projeto Rio Sesmaria cuja primeira etapa de denominou Diagnóstico Ambiental da Bacia do Rio Sesmaria, realizado de 2012 até meados de 2015, também com apoio da AGEVAP e do CEIVAP, além do FUNBIO - Fundo Brasileiro para Biodiversidade. O objetivo central dessa primeira etapa foi estabelecer diretrizes e ações prioritárias para recuperação e adequação ambiental da sub-bacia hidrográfica do rio Sesmaria nos municípios de Resende (RJ) e São José do Barreiro (SP).

A nova etapa do projeto aplica o mecanismo de pagamento por serviços Ambientais (PSA) para a restauração florestal de 20 hectares e a conservação de 40 hectares de remanescentes de Mata Atlântica. As áreas a serem trabalhadas foram escolhidas a partir de um processo de seleção pública dos proprietários rurais interessados, que receberão incentivo financeiro pela prestação do serviço ambiental durante os dois anos de realização do projeto.

Projeto Rio SESMARIA

O presente documento relata os trabalhos realizados, entre Dezembro/2010 e dezembro/2011 visando um adensamento da mata ciliar do rio Paraíba do Sul e também a implantação de um cinturão verde abrangendo a área interna da Usina Presidente Vargas e da Harsco Metals no bairro Volta Grande.

O reflorestamento traz muitos benefícios ao meio ambiente e para a população, esta prática, além de promover o sequestro de CO?, remove o gás carbônico mediante a fotossíntese e atua arduamente no combate ao efeito estufa, além das melhorias visuais e climáticas impostas pelo plantio correto de mudas.

Projeto de Recuperação do Cinturão Verde da Usina Presidente Vargas - CSN
Projeto NasceRIO

O Modelo de Projeto "NasceRIO" é uma iniciativa do Comitê Médio Paraíba do Sul, através de seu Escritório de Projetos, para incentivar a preservação e a restauração das Áreas de Preservação Permanente – APPs na área de atuação do Comitê.

Este Modelo de Projeto foi elaborado a fim de apoiar os municípios na captação de recursos para projetos voltados à restauração de APPs de nascentes e foi redigido seguindo os modelos utilizados em vários editais de captação de recursos.

Segue projeto e Anexos: